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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Ontem na aula de Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa assisti ao filme: O líder da Classe

Um excelente filme... Que trouxe a seguinte reflexão: será que somos professores realmente comprometidos com a nossa profissão? E se somos professores, fazemos o papel correto de um educador? O mais interessante foi ver que mesmo o professor sendo uma pessoa "diferente" por ter uma síndrome ainda sim ele era um ótimo professor. 

Ser diferente não muda nada. O importante é educar com prazer e dedicação, acreditando sempre que a única maneira para se ter um mundo melhor é educarmos verdadeiramente nossas crianças.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Relatos de Experiência...

Queridas amigas e amigos,

Segunda feira começam as aulas... E terei minha 1° turma. Oba!!! 
Será o Jardim II, estou super super animada. 
Meus pequenos tem 5 anos e já seram alfabetizados. 
Em fim quero compartilhar essa felicidade. Estou preparando tudo, calendário, quanto somos,
mural de aniversariantes... Estou literalmente com a mão na massa, rsrsrs. Ainda não sou
profissional no EVA mas espero em breve poder aprender com a  Sulamita.

Para ser professora antes de tudo é preciso amar a profissão!!!

Beijos 

Lindos Trabalhos da Sulamita...


maryanabim@hotmail.com - Mariana Marques

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Estímulo na primeira infância, benefícios para a vida inteira


Crianças que frequentam creche e pré-escola têm mais sucesso escolar.

Crianças estimuladas nos primeiros anos de vida e que passam pela educação infantil têm mais chances de ter bons resultados no ensino fundamental, de concluir a educação básica e de contribuir para quebrar o ciclo de pobreza no país, afirmam especialistas em educação. No entanto, nem todas conseguem essa oportunidade. No Brasil, cerca de 10 milhões de crianças de 0 a 3 anos não têm acesso a creches. Para acabar com o déficit, segundo a Fundação Abrinq (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos), é necessário construir 12 mil unidades.

"Estudos mostram o impacto dos anos iniciais. Mas a educação infantil tem que ser de qualidade. Creche ruim não adianta. É preciso que creches e escolas tenham paciência para investir nas crianças. Não adianta ter um adulto para cuidar de seis. É útil quando elas são estimuladas, quando começam a ter noções de limite, passam a ouvir histórias, se interessam por livros e aprendem a conversar", afirma João Batista Oliveira, presidente do Instituto Alfa e Beta.

Professora de Políticas Públicas e Linguagens da Infância da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Maria Angela Barbato Carneiro diz que o aprendizado em creches e pré-escolas ajuda no desenvolvimento cognitivo, físico e nas atividades relacionadas à criatividade, socialização e memória. "A criança estará submetida a um processo de estimulação que ajudará na alfabetização, na coordenação motora, na observância de regras e na criatividade. Terá mais condições de desenvolvimento. Os pais, às vezes, não contam histórias, não leem livros, e a criança fica à margem desse estímulo", afirma.

"Ela (a criança) já chega ao ensino fundamental mais preparada e, por conta disso, tem melhor desempenho e mais oportunidade de terminar esse ciclo", diz Maria Regina Maluf, professora de Psicologia da Educação da PUC-SP.

12 mil vagas a menos em SP - Mãe de duas meninas, Cristiane Yokogama, moradora de Niterói, no Rio, decidiu que as filhas iam para escola bem cedo. Mônica, a primogênita, começou com 1 ano e 8 meses. Julia foi um pouco antes, com 1 ano e 7 meses. Hoje, elas estão com 8 e 5 anos e cursam, respectivamente, o 3º ano do fundamental e o jardim III.

"Quando eram menores e foram para a escola, eu tinha disponibilidade para ficar com elas, mas acreditava que teriam mais ganho na escola do que só comigo ou com uma babá. As duas entraram no maternal, começaram a se desenvolver, a aprender a viver socialmente e tiveram aprimoradas as qualidades que já tinham. São meninas responsáveis, que não jogam, por exemplo, um papel no chão. Além disso, começaram cedo a ter contato com livros", conta Cristiane, lembrando que na época a família achou um exagero matricular as crianças tão novas. "Minha mãe e minha sogra recriminavam, diziam que elas deviam ficar em casa. Mas eu sabia do ganho que teriam, com hora para brincar, para fazer atividades, sabia que ali estava a base que ia formá-las."

"Logo vi que a escola fez meu filho dar um salto em relação a outras crianças e acredito que isso se refletirá no futuro. Agora, não é qualquer escola que oferece isso. Se não tiver o cuidado necessário, se a criança for negligenciada, não adianta. Outro problema é que as escolas são caras, custam o preço de uma faculdade. O ideal seria que a rede pública desse mais atenção ao pré-escolar, que esse ensino fosse democratizado", diz Angela Guimarães, mãe de Ian, de 4 anos, na escola desde 1.

Na cidade de São Paulo, de 2005 a 2010, o número de crianças de 0 a 3 anos matriculadas nas creches públicas teve um aumento de 120%, mas atualmente cerca de 174 mil menores de 4 anos esperam por uma vaga, segundo a Secretaria municipal de Educação. Hoje, há 196 mil crianças com menos de 4 anos frequentando creches do município ou conveniadas. Na pré-escola, a demanda é de 12 mil vagas na capital.

"Já tentei vaga nas escolas e creches municipais, mas não consegui, o horário não bateu. Consegui vaga para o Breno num lugar e para os outros, em outro lugar, mas por causa do horário de entrada, não conseguiria levá-los", conta Erbene Kinara Soares, de 32 anos, mãe de Brayan, de 1 ano, Emily, de 4, e Breno, de 6.

Moradora da favela Peri Alto, na Zona Norte de SP, Deise Monteiro, de 25 anos, mãe de cinco crianças de 8 a 2 anos, não trabalha por não ter onde deixá-los. "Quando consigo um bico como faxineira, deixo com uma vizinha e dou um dinheirinho para ela. Eles são espertos, podiam estar estudando."

Mãe da pequena Maria Fernanda, de 2 anos, a psicopedagoga Paula Pereira de Almeida Leite optou por matricular a filha numa escola particular de período integral em São Paulo, a Santo Américo, para que ela fosse estimulada a interagir socialmente e diz que já vê resultados. "Queria que a minha filha estivesse em contato com crianças, aprendesse a dividir, e entendesse como é ter relações com pessoas fora da família. Ir para a escola faz com que ela aprenda o que é ter rotina. O vocabulário da minha filha triplicou, ela aprendeu a se relacionar", diz Paula.

Também de olho no futuro, a vendedora Karen Morais Mendes esperou por dois anos uma vaga em uma creche gratuita mantida pelo colégio particular Santo Américo. Ela acreditava que o filho Leonardo, hoje com 4 anos, ia se desenvolver melhor na escola do que em casa, aos cuidados da avó. "Ele já sabe as cores, os números e conta histórias. Se estivesse em casa, minha mãe não poderia dar toda a atenção que uma escola pode dar, porque ela tem que cuidar da casa e não tem a mesma paciência que os profissionais da creche", conta Karen.

No Rio, onde a Secretaria municipal de Educação tem 701 escolas que atendem até a pré-escola, um estudo comprova os benefícios para os pequenos que começam a vida escolar mais cedo. "Uma pesquisa mostrou que 70% dos que fizeram pré tiveram um nível de letramento além do esperado. Outros estudos apontam que na primeira infância está a possibilidade de reduzir as diferenças socioeconômicas, e que as crianças que têm essa vivência têm a chance de uma vida escolar mais exitosa", conta Simone de Jesus Souza, gerente de Educação Infantil da prefeitura.


Fonte: Clipping Funadesp / A Folha de São Paulo - 28/11/2011

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Pesquisas mostram que os métodos de alfabetização brasileiro são ineficientes

Afinal, como ensinar o abc?

Rafael Ohana

Professora do 1º ano do ensino fundamental na Escola Classe 204 Sul, Heloísa não segueumúnico método de ensino: mescla de três correntes vem gerando resultados positivos

Estudo aponta que o Brasil usa métodos de alfabetização ineficientes e já superados em diversos países. A falta de formalização de um plano de ensino gera distorções e faz com que o aprendizado dos alunos da rede pública seja diferente do das escolas particular.

O modo como as escolas brasileiras ensinam as crianças a ler e a escrever está ultrapassado. Essa é a conclusão de pesquisadores da Associação Brasileira de Ciências, depois de cinco anos de pesquisa. As metodologias utilizadas no Brasil, segundo o levantamento, tiveram a ineficácia comprovada por estudos internacionais que serviram de base para mudanças nas políticas de alfabetização em vários países. Para os especialistas, os métodos fônicos—que associam diretamente grafemas (letras) e fonemas (sons)—são comprovadamente os mais eficazes na iniciação dos pequenos no mundo das letras.

Para João Batista Oliveira, um dos pesquisadores responsáveis pela parte do trabalho que trata especificamente da alfabetização, nem mesmo a ampliação do ensino fundamental de oito para nove anos, em 2007, melhorou as condições de ensino. “Mais tempo de estudo só adianta se for bom”, afirma.

Na opinião da professora de pedagogia da Universidade de Brasília (UnB) Norma Lúcia Neris Queiroz, o método fônico pode ser complicado para alguns alunos. “A criança precisa lidar com o som dos fonemas, o que não é uma coisa fácil”, destaca. Ela afirma que iniciar a alfabetização utilizando textos interessantes para os alunos pode ser uma forma de melhorar a qualidade da aprendizagem. “Mas não pode ser uma publicação comum, de cartilha. É preciso escolher uma parlenda, uma fábula, algo com o que as crianças possam brincar.”

Independentemente da forma de ensino adotada, Oliveira e a docente da UnB concordam que a formação de professores no país é deficiente e que isso influencia diretamente o desempenho dos alunos. Além disso, um problema que atinge as escolas públicas é a falta de formalização de um plano de ensino. Na prática, cada professor adota um método em sala de aula, ainda que o Ministério da Educação (MEC) desenvolva manuais para orientá-los.

Nas instituições privadas, por outro lado, a metodologia é definida pelo próprio colégio. “É uma injustiça que, na escola particular, o ensino seja de um jeito e, na pública, de outro”, afirma João Batista Oliveira. “Só depois de alfabetizado, o aluno consegue aprender outras coisas.”

Pouco estímulo
Heloísa Oliveira Machado, professora de educação infantil há 30 anos, seis deles dedicados ao ensino da leitura. Ela afirma que sempre teve resistência em trabalhar na alfabetização por causa do conteúdo pouco estimulante das cartilhas. “Eu não via muita lógica nelas, já que roubam a melhor parte do aprender a ler e escrever.”


A paixão pela área só surgiu quando ela conheceu os estudos da psicogênese, ramo da psicologia que estuda a origem dos processos mentais. “Finalmente se esclareceu não como o professor deve ensinar, mas como a criança aprende.”Hoje, ela dá aulas para alunos do 1º ano do ensino fundamental na Escola Classe 204 Sul. A professora diz que não segue uma metodologia definida e que combina aspectos da psicogênese, do letramento e do fônico. A professora explica que é fundamental a criança estabelecer relação entre o que fala e escreve. Heloísa diz que a maioria dos seus alunos já lê, mesmo que alguns deles tenham iniciado o ano letivo ainda sem conhecer o alfabeto.

Enquanto isso, na rede privada, o ensino das letras é antecipado. Aos 4 anos, Laura de Oliveira, que estuda numa escola em Águas Claras, começou a ter as primeiras lições. O pai dela, o consultor de telecomunicações Fabiano de Oliveira, diz que o processo foi iniciado com a apresentação das letras do nome da menina e dos familiares, e, depois, o vocabulário foi ampliado. “Pelo que conversei com a professora, a alfabetização terá mais ênfase no ano que vem, quando ela estiver com 5 anos”, conta

O colégio onde Laura estuda não oferece o ensino fundamental. Fabiano diz ainda não ter escolhido a instituição onde amenina vai estudar quando terminar a educação infantil. Ele pretende pedir indicação na própria escola, na tentativa de encaminhar a filha a umcolégio que siga a mesmalinha de trabalho do atual.

sonobrrasil
Este mês, estudantes de todo o Brasil fizerama Prova Brasil

Prova dos nove
Na última edição do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa),em 2009, o Brasil ficou na 54ª posição entre os 65 países avaliados. O exame mede a capacidade de leitura de alunos de 15 anos que estudam em escolas públicas. Emuma escala de 1 a 5—em que 1 significa que o aluno é capaz de identificar palavras, e 5 é a nota para quem tem leitura fluente —, os brasileiros ficaram com média 2. O resultado geral, que também inclui questões de matemática e de ciências, foi inferior ao daTailândia, da Romênia e deTrinidad eTobago.

A Prova Brasil, aplicada pelo Instituto de Pesquisas de Estudos e Pesquisas AnísioTeixeira (Inep), órgão ligado ao Ministério da Educação, mede a compreensão dos estudantes do 5º ao 9º ano nas disciplinas de português e de matemática. No exame aplicado em 2009, a nota média nacional em leitura foi de 179, 58, o que enquadra os alunos no nível 3 em umaescala que vai até de 0 a 9. Isso significa que os alunos puderam interpretar, a partir de inferência, textos não verbais de assunto complexo e identificar elementos que compõem uma narrativa de tema e de vocabulário complexos.

No DF, a situação é umpouco melhor: os estudantes brasilienses atingiram nota média de 200, 93, atingindo o nível 4. Ou seja, eles foram capazes de selecionar informações implícitas e explícitas de um personagem e de inferir o sentido de uma metáfora, entre outras habilidades. A Prova Brasil é bianual, e de 7 a 18 de novembro, o Inep aplicou a última edição do exame.

Para saber mais

Sintético ou analítico

Existem, basicamente, dois métodos para ensinar uma criança a ler,o sintético ou fônico e o analítico,também conhecido como global. A proposta pedagógica da escola é que determina como se dará a alfabetização. O sintético leva o aluno a combinar elementos isolados da língua.Começa pelas letras, sonsousílabas,paradepois chegar às palavras. Estabelece correspondência entre o oral e o escrito. Já o analítico, a criança analisa o todo (palavra) para chegar às partes que a compõem (sílabas e letras).Para os defensores do método,a leitura dever ser um ato global e audiovisual. Apartirdafrase são extraídas as palavras e,emseguida, elas são divididas em sílabas, que são unidades mais simples.

Vantagens
O método enfatiza a aquisição das correspondências entre as letras e o som e seu uso para ler e soletrar palavras.

Lúdico
A perspectiva do letramento defende o uso de textos lúdicos na educação infantil, mesmo antes da alfabetização. O objetivo é que o aluno se familiarize com as práticas de leitura e de escrita num processo de aprendizado contínuo.

Fonte: http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=24888. Acessado em 28/11/2011 às 15:23.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Análise sobre mídias da Educação à Distância


Análise sobre mídias da Educação à Distância

Nosso grupo analisou as mídias do curso à distância de libras e a plataforma moodle.
Ambas apresentaram uma linguagem acessível e interpessoal, onde o texto era direcionado e dialogava com o leitor. Na plataforma moodle, por interesses pessoais, nos identificamos mais com a forma que as informações eram apresentadas. 
Já no curso de libras mesmo tendo as características exemplificadas acima, não nos envolveram muito e as imagens do livro não possibilitam com que o leitor veja os movimentos das mãos na configuração dos sinais, mais isso foi resolvido com a mídia de C-ROM, onde o aluno consegue visualizar estes movimentos e ainda conta com ajuda de um interprete para entender os sinais desconhecidos.

Grupo: Juliana Santos; Mariana Marques
            Ana Carla Santos; Tatiana Cristina e
            Daylane Hellen

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

3 Atividades para serem trabalhadas em sala de aula no GCompris

1° Atividade: Numeração – Jogo da Memória com números (Categoria: Matemática)
Descrição: Neste jogo o aluno terá que virar as cartas de 2 em 2 para encontrar o número correspondente a quantidade das figuras desenhadas.
Série: Educação Infantil I (5 anos).
Conteúdo: Números e suas respectivas quantidades.
Justificativa: Neste Jogo o aluno treinará a numeração, memória e as quantidades respectivas ao número representado na carta, assim o aluno ao reconhecer o número da primeira carta deverá contar os elementos da segunda figura e ver se corresponde à quantidade da primeira carta.

2° Atividade: Atividade de Leitura – Clique em uma Letra (Categoria: Leitura – Português)
Descrição: Neste jogo o aluno deverá ficar atento ao som e clicar na letra correspondente ao som.
Série: 1° Ano do Ensino Fundamental (6 anos).
Conteúdo: Letras e o som de cada uma.
Justificativa: Este jogo é interessante para treinar a atenção da criança ao ter que prestar atenção ao som da letra pronunciado pelo computador e oportuniza o reconhecimento da letra pelo som.

3° Atividade: Quebra – Cabeças – O jogo dos Quinze (Categoria: Matemática)
Descrição: Neste jogo o aluno deverá mover os números e criar uma série crescente.
Série: 2° Ano do Ensino Fundamental (7 anos).
Conteúdo: Ordem crescente dos números.
Justificativa: Com esse jogo o aluno desenvolverá a capacidade de distinguir o número menor e o maior. E conseguirá ao termino desta lógica colocar todos em sua devida ordem (crescente).